The Bite – O que se Esconde por trás das Àrvores

Por: Natasha Morgan

Alguma coisa a mordeu na floresta.

Ela não o viu.

Lembrava-se de estar bebendo com Karen, sua melhor amiga. Saíram do trabalho tarde da noite, passaram numa lojinha 24 horas e comparam uma garrafa de rum. Ideia de Karen ,é claro.

A amiga de longa data se tornara bem diferente depois de se relacionar com aquele motoqueiro estranho do Kansas. Vestia-se de forma mais ousada, estava mais bonita, falava de forma provocante e adotara uma ideias estranhas.

Como estacionar o carro na beira da estrada e sair correndo pela floresta com uma garrafa de rum e uma canção estranha nos lábios rosados.

Lorah sabia que não era uma ideia das mais comuns, mas se deixou levar, seguindo a amiga pelo meio das árvores, dividindo o rum e cantarolando aquela estranha canção.

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In The Depths of her Soul (Pt. 7) – Minguante [+16]

Por: Natasha Morgan

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Hugh morava num apartamento no centro, a duas quadras do bar de Erin, e foi lá que eles acabaram depois do expediente.

O edifício era um tanto desleixado, a faixada precisava urgentemente de uma pintura e as paredes que davam acesso às escadas estavam pixadas. O elevador não funcionava então o único acesso era o lance de escadas largas e manchadas. Era o tipo de prédio que jovens solteiros escolhiam para viver, como uma república de faculdade.

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Coven das Rosas (Pt. 1) – Recomeço

 

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Coven das Rosas

Recomeço (Pt. 1)

Escrito por: Lua Morgana

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Haviam se passado anos que eu não voltava aquele lugar. Estava praticamente igual, não fosse a sujeira e móveis tumultuados com panos em cima. Não podia deixar aquilo morrer, era um projeto bom, um ótimo lar para meninas desesperadas sem saber o que fazer com seus poderes. Depois de toda aquela caça que tivemos, fomos obrigadas a nos separar e viver uma distante das outras por causa dos caçadores, eles não poderiam saber que ainda restavam 13 de nós.

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Férias Macabras (Pt. 1) [+18]

Por Mille Meiffield e Lillithy Orleander

 

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DAIANA

Sei que estava de férias, mas o hábito de levantar as cinco da manhã às vezes me perseguia, hoje era um desses dias. Levantei faltando cinco minutos para as cinco. Mille também acordava cedo, mas acho que resolveu dormir um pouco mais hoje.

Liguei a cafeteira, lembrei que Luca é do tipo que não vive sem café e sem ele, ele fica de péssimo humor. Preparei um chocolate quente com canela, peguei uma xícara e fui ler na varanda dos fundos. Estava frio, mas como estava envolta em um edredom e com o chocolate  quente nas mãos, me mantive aquecida. O dia começava a clarear, o céu carregado de nuvens. Acordei assustada com o barulho da porta batendo. Cochilei enquanto lia. AJ e Clay saíram da casa e vieram sentar ao meu lado.

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Clair de Lune

Este conto foi inspirado na música Clair de Lune do pianista Claude Debussy.

Escrito por Gabi Waleska

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Suave, não há outra palavra para descrever, o toque esbranquiçado quase místico daquela noite. Ela estava linda, Luna, a Dama da Noite das Eras, a Senhora Soberana dos Céus.

Ah, Luna suave e etérea, como se nada a perturbasse.

Ela dançava seus passos eternos em sua órbita, que órbita! Trilhando os caminhos do céu.

Todos estavam extasiados com sua beleza arrasadora. Tão suave e bela! Como pode tanta ferocidade caber em tamanha suavidade?

Eu apenas me curvava ao vê-la passar. Tão longe, tão branca… Ela olhava para todos em volta, Ela olhava os mortais a seus pés, realeza sublime, tão singela e complexa. Continuar lendo “Clair de Lune”