A Dama de Fogo (Final) – Dama da Meia-noite

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A Dama de Fogo – Capítulo 8 (Final)

Dama da Meia-noite

Escrito por: Morgana Owl.

Brigith fora obrigada a passar mais tempo do que desejara longe da sua vida. Afastara-se de tudo e todos, ficara vivendo apenas das coisas que a floresta lhe cedia. Vez ou outra o padre Dom lhe trazia mantimentos e uma palavra amiga. Ele não poderia fazer nada além disso, não poderia levantar suspeitas. Sempre que ia visitar Brigith na floresta, ele dizia aos seus superiores que precisava ir a um vilarejo próximo, ajudar uma família carente.

A cada visita do padre, Brigith agia de maneira meio animalesca em busca dos alimentos que ele lhe trazia. Na floresta os alimentos eram escassos, itens de higiene pessoal eram raros, ela economizava ao máximo cada coisa para durar muito. Era sempre um alívio quando ouvia o assobio longínquo do padre.

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Paixão Obscura (Pt. 10): A Batalha Final

Por Saul Guterres e Morgana Ownl

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Decidida a se passar por Alícia, Eileen limpou toda a bagunça que havia feito naquela casa algumas horas atrás. Com algumas poções e rituais macabros ela deu um fim nos corpos de Carlos e Dalva, sem deixar sequer algum rastro. Quando os vizinhos que habitualmente frequentavam a casa deles vieram visitá-los ela logo avisou que eles estavam de viagem ao Rio Grande do Sul e como todos sabiam que Carlos possuía uma de suas principais empresas por lá ninguém desconfiou de nada. E tudo ficou por isso mesmo. Na semana seguinte ela resolveu ir à escola para começar seus planos. Continuar lendo “Paixão Obscura (Pt. 10): A Batalha Final”

Paixão Obscura (Pt. 9) – O Fim dos Sacerdotes Brancos

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Capítulo 9 – O Fim dos Sacerdotes Brancos

Escrito por: Saul GuTerres e Morgana Owl.

Quando Carlos acordou, ele sentiu uma forte dor de cabeça, levou a mão até onde doía e sentiu que havia um curativo. Analisou rapidamente o local e se deu conta que estava em um hospital. Aos poucos foi recordando o que aconteceu. Após ver Eileen abanando para ele como se estivesse viva, ele perdera o controle do carro, bateu e desmaiou. Por sorte algumas pessoas que estavam próximas conseguiram chamar logo uma ambulância, e ele foi encaminhado ao hospital da cidade e rapidamente foi atendido.

Ouvindo algumas conversas que se aproximavam no corredor ele deitou novamente:

– A senhora pode ficar tranquila Dona Dalva, embora a batida tenha sido violenta seu marido apenas teve um corte na cabeça, mas a lesão não causou nenhum outro dano. Vou receitar algum medicamento e logo ele terá alta – Disse o médico do plantão abrindo a porta do quarto – Parece que já recuperou a cor! O senhor se sente bem Carlos? Perguntou o médico se aproximando e analisando seus sinais vitais.

– Sim doutor, estou apenas com uma dor de cabeça.

– Logo vai passar, o senhor se lembra do ocorrido? – Indagou o médico.

Carlos olhou para Dalva que olhava para ele com uma mistura de carinho e curiosidade.

– Sim…. Quer dizer um pouco…. Eu estava dirigindo e vi uma…

– Uma? – Perguntou Dalva, aflita.

– Uma… uma árvore… isso! Eu me distraí e quando vi já estava em cima dela. – Mentiu ele.

Dalva olhou para ele um pouco desconfiada, mas não queria lhe causar nenhum desconforto. O médico também desconfiou, mas como de fato o carro foi encontrado em cima de um canteiro, ele nada falou.

– Muito bem seu Carlos, espero que dirija com mais atenção na próxima vez. O senhor terá alta ainda esta tarde – O médico foi se retirando enquanto Dalva ajeitava Carlos na cama.

– Muito obrigada doutor por cuidar de meu marido! – Agradeceu Dalva e virou-se para Carlos.

– Que susto você nos deu hein?

– Desculpe minha querida, prometo que isso não acontecerá mais!

E Alicia, onde ela está? – Indagou Carlos. Dalva fez um ar preocupado e tentou evitar aquela conversa.

– Eu tentei ligar para ela, mas seu celular estava desligado… – Dalva fez um gesto peculiar com as sobrancelhas, entregando que ela estava mentindo. E Carlos como a conhecia muito bem logo questionou.

– Sua sobrancelha está tremendo, eu sei que não está falando a verdade! Conte-me o que houve! – Disse ele com ar preocupado.

– Nada demais, mas eu estava em casa e ligaram da escola dizendo que Alicia havia se envolvido em uma briga. Falaram que ela havia se machucado, mas que já estava na enfermaria. E quando eu estava indo para escola, o hospital me ligou para avisar sobre seu acidente. Então vim correndo para cá, ainda não sei exatamente o que ocorreu, mas alicia essa hora já deve estar em casa, e assim que nós deixar o hospital conversaremos com ela. – Carlos concordou com Dalva, porém ele sabia que algo estava errado, Alicia jamais se meteria em brigas, e aquela visão de Eileen o havia deixado de fato assustado. Para ela conseguir aparecer daquela maneira, era sinal de que agora ela já estava muito mais poderosa.

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Depois da confusão muitos alunos ficaram assustados. Alguns disseram que fogo saía dos olhos de Alicia e que ela estava com ar demoníaco. Quando a diretora chegou no local, ela apenas separou os alunos e levou Alicia, que agora era Eileen para enfermaria, não notando nada de anormal. Ela foi medicada, ouviu algum sermão da pedagoga da escola e depois foi liberada. Ela teve vontade de matar aquelas mulheres, mas ainda não estava com toda sua força, fingiu ser Alicia e depois foi para casa. Wilton e Anastácia que haviam saído correndo, esconderam-se na rua de trás da escola. Com medo do que Alicia pudesse fazer. Wilton nunca havia sentido medo, mas algo dentro dele dizia que dessa vez a brincadeira havia ido longe demais e que Alicia não era uma garota qualquer. Então ele despediu-se de Anastácia e foi correndo para casa.  Assim que chegou se trancou em seu quarto e não saiu mais.

Eileen andava pelas ruas encantada, agora que ela estava de volta no mundo, resolveu ver o que havia mudado, as roupas, as pessoas, tudo estava diferente. Ela sentia-se livre e mais linda do que nunca, afinal Alicia lembrava muito ela quando mais nova. E poder estar no corpo dela era mais que uma conquista. Sarah e Carlos, que eram os guardiões do livro haviam tentado durante muitos anos impedir que isto acontecesse, mas falharam, assim como todos que tentassem cruzar o seu caminho, pensava ela. E agora só faltava um detalhe, terminar com a linhagem dos sacerdotes brancos e da de Arthur. E ela começaria isso já. Estava indo para fazendo, onde sabia que o pai de Wilton estaria e sentiu-se fraca.

– O que está acontecendo? – Gritou ela com raiva – Então ela viu a imagem de Carlos desfazendo o círculo mágico de Alicia e tentando reverter o ritual de paixão obscura, e imediatamente se materializou até lá. Depois que Carlos e Dalva chegaram em casa, ele logo tratou de ver se Alicia estava em casa, mas não a encontrou. Ele sentia uma energia pesada no ar, e aproveitou que Dalva foi a farmácia e ao mercado para comprar o que necessitavam, ele correu até o porão. Quando abriu a porta levou um susto, o livro proibido de Sarah estava aberto e um círculo mágico no chão, não deixava dúvidas que Alicia havia realizado aquele feitiço. Ele sabia que não tinha poderes para desfazer tal ritual, pois há muito tempo havia abandonado a vida de guardião, mas mesmo assim em uma tentativa de salvar sua sobrinha, ele iniciou o ritual de purificação. Pegou algumas velas, sal e alecrim e começou sua reza. Nesse momento as velas se apagaram e quando ele olhou para trás Alícia, ou melhor Eileen estava atrás dele.

– Olá Carlos! Ou devo dizer Dainor? – Eileen disse com uma voz ameaçadora. E Carlos sabia que era ela, pois só ela saberia seu nome de sacerdote.

– O que você fez com a minha sobrinha? Sua bruxa! – Gritava Carlos.

– O que eu fiz? Deixe de ser tolo Dainor, você sabe que só o desejo de vingança da própria fedelha de Sarah conseguiria me libertar, então eu não tenho culpa! Hahahaha – Eileen ria com deboche de Carlos.

– Você vai pagar por isso Eileen! – Carlos começou a invocar o feitiço que estava fazendo para limpar Alice das energias e do controle mental de Eileen, mas Eileen apenas com um olhar atirou ele sobre as prateleiras. Carlos bateu com força no chão e por pouco não desmaiou novamente. Dalva que acabou de chegar em casa, e largou as compras na cozinha, chamou por Carlos. Como ele não respondia ela foi devagar até a cozinha e ouviu vozes vindo do porão. Ela sabia que Carlos era um antigo sacerdote, assim como sua irmã Sarah, mas Carlos há muito tempo havia deixado de praticar magia a pedidos seus, mas ela sabia que aquele porão era proibido a entrada de qualquer um, ela se aproximou lentamente e viu que eram Alicia e Carlos que gritavam. Abriu a porta e para sua surpresa Alícia, ou melhor, Eileen estava com a mão no pescoço de Carlos. Ele só teve tempo de dizer:

– Fuja daqui! Eu te amo, minha linda!

– Pare com isso Alícia! – Gritou Dalva – Ela tentou correr para salvar seu marido, mas Eileen ainda agarrada no seu pescoço esmagou sua traqueia com uma facilidade incrível, fazendo sua cabeça cair sobre o chão. Dalva gritou e correu para tentar salvar Carlos, mas foi inútil. Ela começou a chorar em desespero.

– Alícia, o que aconteceu com você? Por que matou seu tio? – Disse Dalva em prantos.

– Cala essa boca velha chata, Alicia já não vive mais neste mundo, eu sou Eileen aquela que seu marido e a idiota da Sarah sempre temeram! Agora estou livre para completar a minha vingança. E a primeira coisa que fiz foi exterminar os sacerdotes brancos. Agora ninguém poderá me deter hahahahahahahahaah. – Dalva sem entender nada do que Eileen estava falando, e em um ato de coragem atirou-se sobre ela para vingar seu marido, mas Eileen era muito poderosa e apenas com piscar de olhos atirou Dalva pela janela do porão, fazendo seu corpo sangrar até morrer sobre os vidros quebrados.

Eileen pegou o livro de Sarah e saiu com ele para o quarto de Alicia, ela sentia uma euforia forte. E da janela do quarto, ela viu a casa de Wilton. Agora faltava pouco para que todos que um dia a prejudicaram, estivessem mortos.

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Continua

Paixão Obscura (Pt. 8) – O Despertar

Paixão Obscura

Capítulo 8 – O Despertar

Escrito por: Saul GuTerres e Morgana Owl.

Quando Alícia chegou em casa ela não aguentou, correu para seu quarto e chorou como uma criança. Ela havia conseguido ser forte diante de Wilton, mas ao se ver sozinha, deixou que toda aquela mágoa fosse embora de seu coração, dando espaço somente para a raiva e o ódio. E era isso que Eillen desejava desde o princípio. Após aparecer para ela horas atrás ela já estava com tudo pronto para que Alícia iniciasse o ritual e então começou a sussurrar pensamentos para Alícia.

– Venha minha querida…deixa que eu te ajudo a se vingar de todos eles!

– Eu preciso de você….

-Vamos até o porão, pegue o livro, vamos nos vingar com magia…eu posso te ensinar.

Alícia capitou aquelas mensagens e logo lembrou do porão, ela sabia que àquela mulher estava perto, pois sentia sua energia, e sentiu-se segura para fazer o ritual. Preparou-se com um banho de ervas e perfumes, pegou alguns materiais e foi para o porão. Andou em volta até achar o livro de que precisava. Estava olhando na prateleira ao lado quando um vento forte entrou pela janela e derrubou uma cortina que escondia uma prateleira escondida. Ela se aproximou e movida por uma força pegou o livro que ela sabia que um dia fora de sua mãe e que ela fora proibida de usá-lo. Era o livro “Paixão Obscura”. Abriu, leu e começou a estudar rapidamente os materiais necessários.

-Não se preocupe com isso… sussurrava Eileen em seu ouvido. Eu serei sua mestra.

Alícia fechou os olhos e deixou-se conduzir por Eileen, então ela puxou uma mesinha que estava sobre um canto e colocou algumas velas pretas, no chão fez um círculo com um giz especial e dentro dele fez alguns símbolos. Pegou um colar que Wilton havia

esquecido em sua casa e colocou também sobre círculo, em sua mão esquerda estava seu athame e em sua frente o livro com os dizeres. Então em pé e com um ódio imenso no coração ela iniciou:

“ Antigos espíritos que aqui habitam, escutem-me,

Estou pronta para este sacrifício, oh antigos mestres

Das paixões, dos amores e da luxúria, eu os invoco.

E para isso eu ofereço, meu espírito, meu corpo e meu sangue”.

Nesse momento Carlos que estava em sua mesa de trabalho, sentiu uma energia poderosa e ruim, e ele sabia que do que se tratava, era o livro proibido de Sarah. Alguém estava realizando o ritual proibido e só poderia ser Alícia. Então desesperado ele pegou suas coisas e partiu o mais rápido para sua casa. Enquanto isso Alícia mantinha-se imóvel, ela deveria derramar seu sangue para que o ritual desse certo, porem como ela sempre teve enjoos ao ver sangue, sentiu-se tonta só de pensar em se cortar.

-Nem para isso eu sirvo! Pensou ela desanimada. Então ela se desligou de Eileen que irada, tentava convencê-la a continuar, mas sobre o efeito do círculo mágico os poderes de Eileen não conseguiram afetar sua mente. Triste e sozinha Alícia começou a desfazer o que havia feito, mas esqueceu de fechar o círculo, saiu dalí e foi para eu quarto. Quando seu tio Carlos chegou, ela estava deitada e ele ficou sem entender, sabia que sentira aquela vibração e que só Alícia conseguiria ritualizar tal poder. Mas como ela estava deitada e ele notou que a porta do porão estava fechada, ficou mais calmo, talvez por ter abandonado a magia suas percepções estavam fracas, pensou ele. Aproveitou que estava em casa, tomou um banho e adormeceu.

Alícia estava feliz com Wilton, suas bocas se beijavam perdidamente e seus corpos nus sobre a grama, vibravam de emoção naquela manhã, ela se sentia como uma rainha e ele era seu rei. Quando o relógio despertou, as sete da manhã, Alíca se dera conta que estava em um sonho. Levantou-se mau humorada, detestava ter aqueles sonhos com Wilton. Tomou seu café quieta e seu tio notou que ela estava diferente, mas fez que não notou nada. Depois que ela saiu ele apenas comentou com sua esposa:

– Achou Alicia diferente hoje? Perguntou ele um pouco impressionado.

– Não! Acho que talvez sejam as provas de fim de ano! Disse Dalva tranquilamente. Alguma coisa incomodava Carlos naquela manhã e ele sentia a presença de Eileen, mas preferiu evitar pensar nela. Ele então pensou:

– Eu levo essa menina para escola e volto para casa, eu preciso ter certeza de que tudo estava normal. E assim foi. Largou Alicia e estava voltando quando alguma coisa chamou sua atenção. Parou e viu a imagem daquela linda ruiva abanando sensualmente para ele, sem se dar conta de quem era, bateu seu carro bruscamente.

Na escola Alíca entrou um pouco incomodada, parecia que alguma energia pesada estava sobre ela. E com muito custo conseguiu aguentar até o recreio. Quando o sinal tocou ela saiu da sala para tomar um ar e sem querer esbarrou em Anastácia.

– Olha por onde anda sua tonta! Gritou Anastácia, chamando a atenção dos demais.

– Foi sem querer garota! Precisa gritar tanto? Respondeu Alícia com olhar firme.

– Deve ter sido mesmo né? Com certeza fez isso porque está com inveja de eu estar com o Will! Disse Anastácia com ar de deboche. E nesse momento a maioria dos alunos já estavam em volta delas gritando.

– Não vou perder meu tempo com você garota, dê o fora daqui ou me deixe passar. Alícia sentia seu sangue ferver e aquela sensação pesada aumentar.

-Plaft!!! Anastácia deu um tapa na cara de Alícia dizendo:

– Cala essa boca, desde quando uma otária feito você me diz o que fazer?

Alicia não pensou duas vezes pulou em cima de Anastácia e começou a deferir socos e chutes em todo seu corpo, enquanto a outra apenas gritava. De repente Wilton apareceu e separou as duas.

– Chega! Vocês estão loucas? Gritou ele.

– Eu estava quieta aqui, essa sua namoradinha que veio me encher. Mas agora ela sabe que não pode se meter comigo! Respondeu Alicia rindo. Virou-se e estava indo para dentro do colégio, quando Anastácia se soltou de Wilton com um canivete na mão pronta para cortá-la. E sobre um grito de cuidado, Alicia se virou e conseguiu colocar a mão direita na frente, fazendo com que a lâmina atravessasse sua mão. Seu sangue começou a escorrer fortemente, e quando tocou no chão, ela sentiu que algo havia mudado. Trovões e raios rasgaram o céu, os olhos de Alicia estavam escuros, todos olhavam para ela assustados. Alguns começaram a correr para as salas, enquanto Wilton e Anastácia olhavam para ela assustados. E então com uma risada assustadora ela ergueu as mãos como que agradecendo a liberdade. Era Eileen que estava de volta no mundo material. E dessa vez para ficar.

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Continua

A Dama de Fogo (Pt. 7) – Sede de Vingança

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A Dama de Fogo – Capítulo 7

Sede de Vingança

Escrito por: Morgana Owl.

Faltavam apenas algumas horas para o ritual, e Brigith não parava de pensar no que aconteceria com ela caso desse certo e, principalmente se desse errado. Todavia, ela não tinha alternativa, era sua última chance, como disse seu novo amigo e ajudante, o padre Dom.

O dia fora até bom – se fora comparar com os outros. Recebera alimentos e ninguém a tratara tão mal, como todos os dias estavam fazendo antes da visita do padre. A tratavam feito lixo, agora ela era intocável e eram obrigados a fazer todas as suas “vontades” para não serem punidos pelo demônio. Continuar lendo “A Dama de Fogo (Pt. 7) – Sede de Vingança”