[ 18+] Contos Inspirados.

Primeiramente, gostaria de agradecer ao Matheus Oshiro, por me mostrar e permitir que eu usasse sua arte como inspiração e imagem de publicação, cara, você e um artista fantástico. Sério.
Bem, para vocês mesmos sentirem a beleza da arte dele, e a “poesia” de seus traços, entrem e sigam ele pelo Instagram.

Espero que gostem e entendam minha interpretação da arte magnifica desse incrível artista.

Desculpem-me pela ausência, não achei que minhas escritas que fiz durante esse tempo “parado” estavam boas o suficiente para publicar, creio que seja só a auto-critica que esta demais. Mas não consigo publicar o que não me agrada. Mas prometo que voltarei, periodicamente postarei algumas cosias que criei enquanto estive fora.

Obrigado por ainda estarem ainda sentindo através da Herança. É lembrem-se todos somos herdeiros dos bardos, quando espalhamos emoções.

Conto Matheus 1 CI

Divido-me em partes quebradas de um todo. Agradando com sorrisos de porcelana, sutil e frágil, tanto quanto meu íntimo, que aguarda ser encontrada e reconstruída parte por parte. Enquanto me desconto e me remoto para ser aceita num museu de mentiras e enganações, para conseguir me sentir em casa.
Em minha visão distorcida em meio a fumaça da dúvida, distorce o meu querer do íntimo do meu ser. Em meio a agonia de que me arranha feito vermes internos. Eu me mutilo em busca da tão amada paz. Em busca do tão aguardado lar.


Conto Matheus 2 CI

Sinto-me estuprada pelos horrores que me cercam.
Violada pela impureza que força sua entrada contra minha vontade. Empurra para dentro de minhas entranhas rindo enquanto choro pela dor causada pela agressão de um amante não mais amado.
Sinto calor prazer e dor numa mistura bizarra, que me mancha por dentro, me marcando pelo resto de minha vida, desejando em segredo que seja curta e que acabe antes de ser encontrada largada no meio do nada, e seja filmada com a falsa culpa de ter aceito ser quebrada e rasgada por inteiro até não sobrar nada. Dilacerada numa realidade de trapos rusticamente costurados na mentira, de falsos guardiões sádicos, que imploram por serem adorados como puros anjos da guarda em meio a pútrida sociedade, que grita em silêncio por uma inútil promessa de serem ouvidas e vistas mais do que apenas números num painel luminoso de tragédias.


Conto Matheus 3 CI

Sinto sua falta
Sinto sua presença
Mãe, sinto que quero voltar
Pedir seu colo, carinho
Aquele doce olhar.

Não sei mãe
Se aguentaria mais um dia
Sem seu abraço que me acudia
Ou as broncas e palmadas que me corria.

Volta mãe
Me perdoe mãe
Me deixe mais uma vez sentir seu calor
Aquele cafuné
O cantarolar ritmado
Com murmúrios abafados
Num nana-neném afinado

Sinto sua falta
Sinto sua presença
Enquanto choro desolado
Por nunca conseguir mostrar
Todo o agradecimento do amor que me foi dado.

Gostou? Comente!

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

w

Conectando a %s