Coração Cintilante – Brilho em Meio a Escuridão Pt1

Eu sei, eu sei, falei que não ia narrar essa parte, mas esqueci de falar umas coisinhas antes de realmente chegar no fim de MINHA narrativa.

Primeiro, eu sou um completo idiota por esquecer que, na terra das fadas o Artur ouviu falar pela primeira e única vez, nesta história, sobre O Coração Cintilante. A senhora das fadas, falou que essa pessoa, tem o coração tão bom, que faz até mesmo o monstro mais vil e cruel, se tornar um filhotinho perto desse coração, não sei porque eu esqueci uma coisa dessas, acho que fiquei distraído com a beleza da outra Erica hahahahahaha.

O segundo é, quando foram a sereia, ela disse alguma coisa sobre, ter cuidado com o homem de cinza, isso eu realmente não lembro mas, logo, logo vocês devem descobrir, mas acho que foi cuidado, ou será que foi cuide do homem de cinza, realmente não lembro…. Realmente não consigo lembrar… Bem, em todo e qualquer caso, vamos deixar a história prosseguir. Antes, devo lembrar que talvez não fique muito quieto hahahaha, já devidamente avisados, vamos ver o continuar da história.

Artur, e os outros, chegaram as Terras Longas, nos limites das Terras dos Sonhos, e perceberam o que Lila quis dizer, parecia uma parede de sombra lisa e rente, demarcando a linha entre a luz dos sonhos e as sombras do desconhecido. Todos hesitaram inicialmente, a parede que se entendia até o infinito do céu, era extremamente intimidador (oi gente, esse outro narrador e melhor que eu, fiquei até triste.), mas Artur mesmo assim tomou a frente, o medo estava visível em sua pele, que agora estava toda arrepiada, sentia um frio descendo-lhe a espinha, mas ao lembrar de seu amado avô e sua amada mãe, tomou coragem suficiente para avançar, segurando em sua mão direita, a pérola luminosa, dado por Naire (OPA, sou eu de novo, como não contei detalhes, esqueci de falar o nome da sereia, desculpem, e obrigado narrador substituto, vou ficar quietinho agora, bem, pelo menos vou tentar.), ao aproximar-se, de forma apreensiva daquela muralha sombria, seus amigos e companheiros, surgiram ao seu lado.

Segurando sua mão igual a sua mãe fazia, ao atravessar a rua com ele, o Reflexo deu o primeiro passo mais próximo das sombras. Pousando em seu ombro, sorrindo, dando-lhe um sentimento caloroso e fraternal, Lila, dá confiança para Artur dar mais um passo. Poporum e Paparani, tocam suas costas, passando-lhe confiança, ao olhá-los, e perceber um pequeno sorriso (OPA, desculpa, mas imaginar esses dois sorrindo, me dá calafrios, deve ser a coisa mais bizarra do mundo hahahaha…) ele também sorri, e dão mais um passo.

Faltando apenas mais um passo para adentrar a densa escuridão, ele sente em sua perna, um puxar leve, na barra da calça, e então, vê Henry, olhando-o de volta, levantando seu escudo e sua espada, dando-lhe coragem, inflando-o de confiança, assim o grupo, lado a lado, adentra naquela imensa e sólida escuridão. (Nossa, fiquei até arrepiado, esse narrador substituto e bom mesmo, devia ter deixado ele contar a história desde o início não é verdade???  Hahahaha, eu sou uma decadência como narrador, buahaha.)

Do lado de dentro daquela densa escuridão, o grupo apenas pode enxergar a cúpula de luz que era formada pelas pérolas que carregavam, o que estava fora de lá, era apenas uma densa e assustadora escuridão. Mesmo enxergando algo, pareciam não enxergando nada realmente, não tinham um norte para se guiar, e apenas estavam andando.

O medo entre eles parecia um gás venenoso, denso, palpável, mas juntos, eles sentiam que podiam ir em frente, e assim seguiram, por minutos incontáveis.

Após uma longa caminhada, longa e cansativa caminhada, de repente, o mundo clareia sem luz em volta deles. Este lugar, lembrava em muitos detalhes a terra dos sonhos, mas neste lugar, as árvores não brilhavam, a terra não agradava ao caminhar, até o ar parecia ser carregado de tristeza e melancolia. (Nossa, sério, eu tô todo arrepiado, que lugar bem descrito, gente, vou contratar esse narrador para contar minhas histórias, ele parece fazer o lugar tão mais, visível hahahaha, mas sério, estou arrepiado,  senhor narrador por favor continue.)

Artur foi o primeiro a olhar para trás, e o que viu o assustou, a parede de sombras estava atrás deles, na realidade parecia mais uma muralha, e então, mesmo jovem, ele percebeu que a terra dos sonhos na realidade é cercada de pesadelos, isto o fez sentir uma dor forte em seu peito, e sentiu lágrimas quentes, descendo-lhe seu rosto.

Logo que seus companheiros perceberam, o ampararam e encorajaram a prosseguir, guardaram as pérolas e então seguiram.

Após uma longa, muito mais longa que a anterior caminhada chegaram, em um imenso castelo feito de sombras que parecia gritar em tristeza e agonia, medo e angústias. De imediato, todos perceberam que esses gritos eram reais, e vinham das pessoas do mundo físico, e este era um castelo feito das sombras, dores e dúvidas cruéis, que cercavam seus corações.

— Que lugar horrível, nunca imaginei que existiria um lugar assim dentro do mundo dos sonhos. — Disse o Reflexo, demonstrando medo e admiração.

— Isso tudo surgiu a muito tempo atrás, se nós tivéssemos nos juntado e lutado contra, o mundo dos sonhos não estaria assim hoje, mas agora, temos apenas uma ilha comparado com que as sombras já contaminou. — Lila falou em uma voz chorosa

Todos abaixaram a cabeça numa sincronia depressiva. Menos Artur, que encarava o lugar com desprezo.

— Para salvar o vovô e a mamãe, teremos que entrar ali. Eu tenho medo, mas se vocês forem comigo eu sei que vou conseguir, se vocês forem comigo, nos podemos salvar todo mundo!

Algo pareceu passar por eles como uma rede elétrica, que deixou-os mais confiantes, e assim seguiram. Mas na entrada do castelo, o lugar parecia sugar-lhes a alegria, logo aquela leve depressão parecia impregna-los. Quanto mais próximo ao castelo, mais tristes pareciam ficar, mais medo surgia, mais a Escuridão parecia exercer controle neles, mas mesmo assim avançaram. Logo na entrada do castelo, em frente à um grande portão, um homem careca e um pouco gordo os abordou.

— Bem vindo meu filho. — Disse olhando fixamente a Artur, que sentiu calafrios ao ouvir. — Vamos, a madame os espera.

Relataram de início, mas Artur tomou a frente, queria sua mamãe e seu vovô de volta, e sabia, sentia, que enquanto estivesse com seus amigos, nada de ruim aconteceria. Pena que ele estava enganado.

Seguiram o homem, em silêncio, um silêncio que parecia devorar-lhes a alma. Mas foram firmes. Até uma sala, uma grande sala, e neste lugar, ao centro, uma bela mulher de longos cabelos negros e um olhar estranhamente cruel, os esperava.

— Onde está minha Mamãe? — Perguntou de forma firme e corajosa.

— Ela está bem, dentro de meu castelo, criança. — A bela mulher responde, projetando sua voz, que fez o grupo encolher de medo. — E o que você fará? Você sabe quem sou? E sabe onde está?

— Não ligo, eu quero minha mamãe e meu vovô agora.

— Tolo, você vem aqui e espera que eu os entregue? Você é apenas uma criança tola, que agora, será consumida pelas minhas sombras, como seu pai.

O lugar estranhamente escureceu, o grupo que se tocava não se sentia mais, Artur ficou em meio aquela densa escuridão, então, pela primeira vez, sentiu-se sozinho, então pela primeira vez, sentiu que iria morrer, de medo, de raiva, de tristeza, e ali, em meio aquela densa escuridão, desejou que tudo fosse apenas um sonho ruim… (Noooooosssaaaaaaaa, calma narrador novo, calma eu quase não respirei nessa parte, nos dê um tempo para respirar, depois você continua, que tal? Eu sei que está quase no fim, mas agora que as coisas ficam interessantes não é? Então, que tal fazermos assim, vamos parar por aqui, deixar nossos ouvintes e leitores respirar um pouco, e bolar seus próprios finais, depois você conta o resto. Porque até eu, EU, fiquei sem palavras hahahahahaha. Beleza então, então, prepare para contar tudo detalhado mais tarde ok? Agora vá lá beber uma água)

 

CONTINUA…

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