Jogando Com a Morte: O Início

Jogando Com a Morte: O Início

Escrito por Saul Guterres

morte
Era o ano de 1966, Laurem e seu namorado Jean, estavam no último ano do ensino avançado. Ela era uma moça de cabelos ruivos e a aparência exótica que chamava atenção de todos, não só pela beleza, mas também pela simpatia. Já Jean era um moço um pouco desajeitado, mas com um grande coração, que fez com o que Laurem se apaixonasse por ele. Eles eram colgas desde as séries inicias, e cresceram junto com Paulo, que ao contrário de Jean era um moço bem apresentável mas com um caráter duvidoso
e ao mesmo tempo sombrio. Desde que Laurem e Jean iniciaram o namoro, ele nunca mais quis conversar com eles, pois nutria por Laurem uma paixão doentia, embora ela nunca se quer havia dado qualquer esperança para ele. E ele jurara um dia acabar com
aquele namoro e ficar com Laurem para sempre, a qualquer custo.

Como estava se aproximando do fim do ano, havia na cidade uma séries de atrações que vinham muitas vezes de longe para entreter os moradores, como o circo El Magic, que trazia toda a sua magia e mistérios para qualquer cidade. A noite estava linda e todos
haviam ido para estreia do circo na cidade, e Jean chamou Laurem para ir com ele. Ao chegarem na entrada deram de cara com Paulo e sua turma.

– Boa noite aos pombinhos!! Disse Paulo em um tom que ele tentou sem sucesso tornar cordial.

– Boa noite Paulo!! Disse Jean mais por educação do que por vontade, enquanto Laurem apenas se limitou a acenar com a cabeça.

– Vai ser um espetáculo hoje heim?

-Aproveitem!

– Com certeza Pablo! Até mais! Disse Jean saindo abraçado em Laurem, deixando Pablo ainda mais irritado.

Assim que eles saíram, Pablo ficou enfurecido, saiu dali deixando seus amigos na entrada e foi caminhar pelo circo para esquecer a cena de Laurem abraçada a Jean. Estava caminhando perto dos camarins dos artistas, quando avistou uma tenda escura, mas que dentro era bem iluminada e exalava um forte cheiro de ervas que ele nunca havia sentido. Atraído por aquela tenda, ele se aproximou e entrou  cuidadosamente  para não ser notado. Ele estava intrigado com todo aquele arsenal de coisas, como caveiras, estátuas que ele não conhecia, gatos e etc.. Mas o que mais lhe chamou a atenção foi uma caixa de madeira que brilhava em meio aquela luz. Paulo já estava se aproximando quando escutou uma voz.

– Tem certeza que quer pegar isto? Paulo deu um salto para trás quando viu aquele homem vestido de preto e com uma aparência assustadora.

– Quem é tu? Perguntou Paulo assustado.

– A pergunta certa é: o que sou eu?

– E quem deve saber quem é quem aqui sou eu, afinal tu está em minha tenda!! Disse o homem com um tom irritado.

– Eu sou Paulo, a tenda tava aberta por isso entrei, e eu não tenho medo de tu. Disse Paulo tentando disfarçar o espanto.

– Medo? Tu ainda nem sabe o que significa isso meu caro. Disse o homem estranho.-
– Mas foi bom tu ter entrado aqui, preciso de ajuda e tu com esse teu lado sombrio é quem vai me ajudar.

– Eu nem te conheço e nem sei quem tu é, não vou te ajudar em nada. Disse Paulo que já ia saindo, quando o homem o segurou pelo braço e disse com uma voz que fez Paulo voltar e escutar.

– Tu não vai a lugar algum e tu vai sim me ajudar!

Na mesma hora Paulo sentiu seu corpo todo gelar, por algum motivo aquele homem queria a sua ajuda, mas ele nem se quer sonhava o que seria. Ele sentou em uma cadeira, e esperou que o homem começasse a falar. Mas ele não falava nada, apenas limitou-se a pegar um pedaço de madeira, uma espécie de tabuleiro, e começou a escrever algumas coisas com um pedaço de metal na madeira. A essa altura Paulo estava apavorado e em sua cabeça pensava em fugir dali correndo já que a porta estava a seu lado e não seria difícil correr.

– Nem pense em fazer o que está planejando!! Disse o homem fazendo Paulo gelar mais ainda.

– Co-como?

– Tu está pensando em sair correndo, mas se eu fosse tu ficaria quieto aí mesmo.

– Como sabe que eu queria fugir?

– Muita coisa sei sobre tu e todos, e não foi por acaso que eu te trouxe aqui. Sei que nutre uma paixão doentia por uma moça e que tem sede de sangue pelo o namorado dela. Esses seus pensamentos que me ligaram até tu.

– Eu também fui desprezado por uma mulher da família de Laurem, e jurei me vingar de toda a sua geração. Conheci a magia negra e me especializei em rituais demoníacos para que um dia me vingasse de toda a família.

– Tu e eu temos algo em comum e agora só nos resta agir, e com tua ajuda, vou tornar isso possível. Paulo até que gostou da ideia, quando o feiticeiro falou sobre matar Jean, sua cabeça doentia já passava inúmeras formas de matá-lo e fazer cada centímetro do seu corpo sofrer. A única coisa que ele não concordou foi em maltratar Laurem, mas aceitou mesmo assim. Em sua cabeça ele poderia enganar aquele homem, matar Jean e ainda casar com Laurem.

– Eu aceito tua proposta. Apenas me diga o que fazer?

– Primeiro preciso que traga seis amigos seus aqui!

– Pra que? Perguntou Paulo?

– Traga-os aqui e verá!!!

Paulo então saiu da tenda e foi procurar seus amigos, não sabia a quanto tempo estava ali, mas sabia que o espetáculo já havia começado e que provavelmente sua turma estava a espera de alguma moça que estivesse saindo sozinha, para poderem se aproveitar da coitada como faziam por costume. Logo mais adiante ele os encontrou no lugar onde ele imaginaria que estivessem.

– Ei pessoal que fazem? Perguntou Paulo.

– O que acha? Estamos esperando a vítima da noite, não vejo a hora de me excitar!! Disse um dos rapazes enquanto os outros riram.

– Tenho uma ideia melhor, encontrei um cara ali no circo que disse que tem, várias dançarinas pra nós nos divertir, e ainda com muita bebida!! O que acham? Disse Paulo tentando impressioná-los.

– É.. Pode ser divertido! Que acham galera? Os outros cinco rapazes concordaram na mesma hora. E partiram todos para o local que Paulo havia combinado com o homem misterioso. O local era logo atrás da tenda do feiticeiro, em uma floresta que estava situada atrás do circo. E como combinado Paulo levou seus amigos até lá. Ao chegarem ali, os rapazes notaram algo estranho, as lindas moças não estavam ali, apenas um homem vestindo uma túnica preta e alguns objetos que eles não sabiam identificar.

– Onde estão as garotas Paulo? Perguntou um dos rapazes.

E nesse momento o feiticeiro se virou dizendo:

– Sintam-se a vontade, e bebam do cálice na mesa, logo as moças estarão aqui.

Como estavam com sede mesmo todos começaram a beber, menos Paulo que limitou-se apenas a observar o feiticeiro. De repente um por um dos seus amigos começaram a cair, como se estivessem em sono profundo.

– Chegou a hora, me ajude a colocar os corpos em cima dessa mesa! Disse o feiticeiro.
Paulo sem entender o que iria acontecer ajudou a colocar os corpos sobre a mesa. Enquanto o feiticeiro dizia algumas palavras e tirava uma espécie de punhal de dentro da túnica.

– Espere aí! O que vai fazer com isso? Perguntou Paulo um pouco assustado.

– Meu caro, esses aí nunca foram pessoas de bem!! Assim como tu e eu!! E nada mais óbvio do que pegar as suas almas para ter sob o meu comando. E pra isso eu tenho que matá-los. Respondeu o feiticeiro. Paulo ficou um pouco apavorado, já estava arrependido de ter se metido com aquele cara. Mas no fundo ele sabia que se tudo aquilo desse certo, ele ficaria com Laurem para sempre, e então apenas ficou a observar o feiticeiro. Com o punhal na mão o feiticeiro ia circulando em volta da mesa, dizendo palavras que Paulo não entendia, então com algumas agulhas que estavam na mesa, ele começou a espetar primeiramente os olhos de cada um e depois a língua e os dedos. Alguns deles ainda gemiam, pois estavam semi-inconscientes devido a droga colocada na bebida, mas não conseguiam se mover ou falar. Depois com o punhal o feiticeiro acertou o coração de cada um, o sangue jorrava para todos os lados, e Paulo meio que hipnotizado com aquela situação não movia uma parte sequer de seu corpo, apenas observava.

– Paulo faça uma fogueira naquele canto, agora!! Ordenou o feiticeiro.

E enquanto ele acendia o fogo, o feiticeiro retirava o coração de cada um dos seis corpos sobre a mesa. Após a fogueia estar pronta, ele jogou os corações que sangravam sobre o fogo. O cheiro era insuportável e Paulo achava que iria vomitar, mas conseguiu se conter.Após isso o feiticeiro pegou as cinzas que restaram sobre as brasas, colocou em um pote, e ordenou que Paulo enterrasse os copos ali mesmo. Depois retornaram para a tenda, onde o feiticeiro pegou a caixa que estava com o tabuleiro e despejou as cinzas sobre ele.

– Pronto, está finalizado o ritual, agora essas almas servem a mim e estão trancadas nesse jogo.

– Agora cabe a tu Paulo dar um jeito para que essa caixa chegue as mãos de Laurem!! Pois assim que ela jogar as almas presas serão libertadas e matarão a todos que jogarem este jogo. E minha vingança estará completa!! Disse o feiticeiro.

– Agora vá! E se perguntarem tu nunca me viu e não sabe dos seus amigos, caso contrario eu mesmo vou atrás de tua pessoa!!

Estamos entendidos?
– Sim sim, nunca te vi!! Xau!! Disse Paulo saindo dali com a maior pressa possível.

Jean e Laurem saíram do circo muito alegres, gostaram das apresentações e estavam cada vez mais apaixonados. Como prometido ele deixou Laurem em casa as vinte e duas horas, pois na manhã seguinte teriam aula. Laurem chegou em casa cansada, jantou e logo foi se deitar. Sonhou que estava sendo seguida por seis sombras que de todas as formas tentavam agarrá-la. Acordou com uma sensação ruim, mas atribuiu o pesadelo aos doces que comeu no circo com Jean. Tomou seu café, despediu-se dos pais e foi para escola. Chegando lá Paulo estava na porta de sua sala a sua espera.

– Bom dia Laurem!

– Bom dia Paulo!

Nesse momento Jean vinha logo atrás.

– Algum problema Laurem?

– Não amor, Paulo apenas me cumprimentou.

– Na verdade que queria falar com vocês dois!! Estamos no fim do ano, e a gente sempre foi amigos, eu sei que errei muito com vocês, e gostaria de pedir desculpas!!

– Não precisa pedir desculpas!! Disse Jean com um tom ríspido.

– Eu sei, mas gostaria mesmo assim!!

– Olhem só! No final dessa semana vou fazer uma festa na minha casa. Meu pai vai estar trabalhando e minha mãe estará na casa de minha vó. Então farei uma comemoração entre amigos, chamei vocês e mais algumas pessoas. Gostaria muito que fossem!!

– Vamos ver Paulo!! Se der sim iremos, agora se nos der licença, nossa aula vai começar.

– Até mais!!

– Até e espero vocês, por favor!!

Jean não gostou muito da ideia, mas Laurem achou que ele poderia estar sendo sincero. E combinaram de aparecer sim na festa de Paulo. A semana passou e no sábado a noite aconteceria a festa de Paulo. Jean ainda tentou convencer Laurem a não ir, mas ela acabou o convencendo a ir. Chegaram lá eram dezenove horas, todos já estavam lá. Paulo tratou eles com um cordialidade que até Jean ficou surpreso. Estavam na casa eles, mais oito pessoas que também eram amigos da escola. A conversa até que estava agradável. Paulo bem comunicativo tentou deixar Laurem e Jean a vontade. E conseguiu. Eles estavam amando estar ali sem os olhos dos pais ou alguém que poderia atrapalhar o romance. A noite ia se alongando e Paulo convidou a todos para conhecer um jogo novo que ele havia ganhado de um amigo. Todos empolgados com a novidade aceitaram na mesma hora. Foram sentando em círculo e começaram. Paulo disse que Jean deveria ser o primeiro e Laurem a última. Ele ensinou que cada um deveria segurar o compasso e
colocar no centro e fazer alguma pergunta que o tabuleiro iria responder. Jean estava e empolgado e foi logo perguntando:

– Eu e Laurem iremos nos casar?

O compasso girou três vezes e parou em “não”, Jean fez uma cara de surpreso e Laurem riu da situação. Já Paulo dava pulos de alegria por dentro. E assim foi indo, todos fazendo perguntas e se surpreendendo com as respostas. Quando chegou a vez de Laurem, ela estava pronta para perguntar, quando Paulo a interrompeu:

– Laurem, tu não pode jogar isso!!!! Disse ele, sentindo já um frio na espinha. E todos olharam para ele com ar de indagação.

– Por que não Paulo?

Em um momento de lucidez, Paulo pensou no perigo que ele colocaria Laurem se a deixasse jogar. Mas ao mesmo tempo sabia que o combinado com o feiticeiro não era aquele.

– Porque se tu jogar…. tu… tu vai…

– Vai o que Paulo? Perguntou Jean já um pouco alterado.

– Vai morrer igual a todos vocês!!! Gritou ele.

– Como assim morrer Paulo? Que história é essa?

Em poucas palavras Paulo relatou do encontro com o feiticeiro a todos e do desejo de vingança dele contra Jean e Laurem. Todos ficaram espantados com tal atitude. Jean avançou sobre Paulo como uma fera, mas foi contido por Laurem e os demais.

– Como pode fazer isso com a gente seu idiota? Gritava Jean.

E Paulo não disse uma palavra, pois ele estava preocupado com o que aconteceria com ele, quando o feiticeiro descobrisse que ele revelou seus planos. E lá fora o feiticeiro que não perdia uma cena do ocorrido, espumava de ódio, mas ele não iria deixar assim. Então começou a fazer alguns gestos e dizer palavras não conhecidas. De repente as luzes da casa se apagaram e todos gritaram. E uma das moças que estavam na casa, começou a
tremer e falar coisas sem sentido. Ela levantou e foi até a cozinha.

Quando voltou seus olhos estavam brancos e ela estava com uma faca enorme em sua mão. A luz voltou e todos avistaram a menina com aquela aparência demoníaca. Jean tentou chegar perto dela e tirar a faca de sua mão, mas com um golpe preciso e rápido, ela
dilacerou a sua mão e depois sua cabeça. Todos gritavam e tentavam correr. Mas as portas estavam trancadas. Laurem tentou chegar perto de Jean, mas foi impedida por Paulo. Com uma força sobrenatural a moça começou a avançar sobre todos,  golpeando  pescoços, dilacerando membros e gritando como um animal.

Alguns tentaram escapar pelas escadas mas logo foram alcançados e golpeados por todo o corpo, sangue escorria pela casa inteira e Paulo e Laurem correram para o outro comodo. Quando foram tentar fechar a porta, o feiticeiro surgiu entre eles, junto das seis almas dos amigos de Paulo.

– Achou que poderia me enganar seu tolo?Achou que a morte dos dos seus amigos foi por acaso?

– Olha… Ela não chegou perto do jogo, então deixe-a sair daqui e pode me levar contigo. Disse Paulo.

– Hahahahahahahahah!!! Riu o feiticeiro. – Ainda achas que pode me dizer o que fazer?

– Não é isso que eles querem também! Os vultos dos seis rapazes mortos circulavam sobre Paulo, deixando ele fraco e sem sentidos. Laurem estava apavorada, nunca havia sentido tanta maldade em uma pessoa como naquele homem. E em uma tentativa frustrada Paulo avançou sobre o feiticeiro, mas foi logo jogado no chão pelas sombras.

O feiticeiro arrastou ele e jogou aos pés da moça possuída e então a criatura que estava com a faca, acertou um golpe em seu olho direito e depois no esquerdo, arrancou sua língua e depois o coração para que ele nunca mais enxergasse, falasse ou sentisse algo em toda a eternidade.

Laurem viu aquela cena horrorizada. E já estava imaginando qual seria o seu fim. Então o feiticeiro se aproximou dela e disse:

– Só existe um meio de tu sair daqui com vida garota!!

Laurem tremia só de pensar em qual seria aquela possibilidade e perguntou:

-Como?

– Mate a moça e tome o controle das sei almas aqui presentes, se assim conseguir, terá total controle sobre o jogo, e caberá a tu, deixar alguém jogar ou não!

Laurem achou que iria desmaiar, matar alguém? Pensou ela. Logo ela que jamais faria mau a uma mosca. O feiticeiro sumiu e deixou Laurem na casa. Ela olhou para o lado e viu uma garrafa de álcool sobre a mesa, mechou no bolso do corpo ensanguentado de Paulo e pegou seu esqueiro. Se escondeu atrás da porta e esperou a criatura passar. Pegou um pedaço de madeira do chão e bateu com força na cabeça da criatura, derrubando a em seguida.

Rapidamente ela espalhou o álcool sobre o corpo dela, e logo ateou fogo. Uma chama imensa surgiu na mesma hora em meio a gritos da criatura que se debatia espalhando as chamas por toda a casa. Então Laurem pegou o jogo e saiu fora daquela casa. No quintal o feiticeiro estava a sua espera e batendo palmas disse:

– Muito bem mocinha, não nega que tem o sangue de sua falecida bisavó.

Laurem ficou sem entender pois não chegou a conhecer sua bisavó.

– Fiz o que pediu e agora? Disse ela, que já não estava mais com medo.

– Pegue essa caixa e guarde esse jogo sempre com tu e passe a cada geração sua, ninguém poderá jogar ou então as almas buscarão vingança contra tu e qualquer um que jogar. Ela pegou a caixa e guardou o jogo. Cansada de tudo aquilo e com muita pena de Jean que morreu tentando salva lá foi pra casa. No outro dia as notícias se espalharam, mas ninguém soube afirmar o que havia acontecido e Laurem disse não saber de nada.

Os anos foram passando, Laurem se tornou uma linda mulher, casou e teve filhos, e depois uma neta que em sua homenagem foi batizada de Laura.

Laurem já estava com aproximadamente sessenta anos, nunca sequer havia contado sobre o jogo a alguém, nem mesmo seu marido. Ela achava que se ninguém soubesse, aquele tormento jamais aconteceria novamente. Sua neta Laura já estava com vinte e dois anos e era muito apegada aos avós. Sempre que dava ia pra casa da vó. E quela noite não foi diferente, Laura pediu aos avós para ficar na casa deles com suas amigas, e como Laurem iria a um baile com seu marido, permitiu. Já estava quase na hora deles saírem para a festa quando Lura chegou, deu um beijo no avô e depois em Laurem. Ela ficou olhando o quanto sua neta lembrava ela na adolescência, sentiu um aperto no coração, mas mesmo assim partiu para a festa.

Já era passado das duas horas quando o seu celular tocou…. Laurem atendeu…. e o resto…. vocês já sabem…….

Fim

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3 comentários em “Jogando Com a Morte: O Início

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