Galamadriel: (Pt.3): Tango no Inferno

Galamadriel: (Pt.3): Tango no Inferno

Escrito por Lillithy Orleander

anjo_caido

Tyrone, não me deu mais explicações, eu ainda queria soca – lo até ele me dizer o que havia feito todos esses séculos que nunca mais voltou para buscar se quer um de nós. E o pior ainda havia deixado muitos de nós se tornarem mortais.

Sim, alguns eram loucos, capaz de rasgar as próprias asas e arrancar os chifres, abandonando tudo o que já foi um dia, fosse por uma droga de rabo de saia ou pelo o que eles aqui chamavam de fama.

– Preciso conversar com você, mas fora desse lugar. Vai chover hoje, a madrugada promete ser turbulenta, e há alguém que quer falar com você.

Ele se levantou do sofá e olhou pela janela, onde os primeiros pingos começavam a cair, correndo até o batente. Seu dedo atravessou o vidro e recolheu a pequena gota que acabará de ali repousar.

– Não saio pra canto nenhum sem você me dizer que merda você quer dessa vez. Estou ferrado hoje, nesse lugarzinho por sua causa, então desembucha logo, se não, não arredo o pé daqui.

Ele voltou seu olhar para mim como se quisesse rir, voltou até o sofá e pegou o que parecia ser uma bengala, ajeitou o terno em que estava vestido e recolheu um chapéu de aba curta, colocando – o na cabeça.

– Pauline? Me diga você mataria um anjo para poder voltar para casa? – ele me olhou inquisitivo e aquilo me bastou para mudar de idéia.

– Eu não pensaria duas vezes por que? – respondi sem pestanejar, se esse era o preço, ótimo eu faria e estaria tudo bem novamente.

– Você vai entender em breve…

Saímos caminhando na chuva, e avistamos não muito longe de minha casa, um pequeno bar caindo aos pedaços, chamado Dragon Eye, o lugar fedia a bebida barata, urina e vomito. Naquele tipo de lugar só se encontrava a escorria da sociedade ou  os bêbados que já não encontrassem mais lugar algum aberto.

Tyrone abriu a porta e entrou primeiro segurando a mesma para que eu entrasse em seguida.

– Boa Noite, Eleazar? – ele cumprimentou um homem forte, negro e careca que usava um casaco púrpuro muito encardido e mastigava uma das pontas de um palito, no canto da boca. Tinha os olhos da cor do mel e secava um copo enquanto fingia escutar o desabafo de uma garota que estava sentada no balcão, com a maquiagem borrada e manchando seu rosto, chorando, bebendo whisky com gelo, como se fosse água. Era deprimente a cena, mas só quando olhei melhor para o cara que me olhava fixamente foi que notei sua aura.

O cretino era um anjo, mas que porra um anjo fazia se juntando a demônios? E onde Tyrone estava com a cabeça quando o cumprimentou? O que estava acontecendo ali?

Tyrone só ria achando grata das muitas perguntas que passavam na minha cara, passou direto pelo tal Eleazar indo abrir uma porta que ficava no que parecia ser o estoque de bebidas daquela pocilga.

Ratos e baratas corriam desesperados, quando nós os pisávamos sem nem ao menos se dar ao trabalho de afasta – los ou espanta – los.

– Aonde vamos, Ty? – perguntei

A porta se abriu e uma névoa, formada pela fumaça de charutos chegou as minhas narinas.

Senti minha pele se retorcer, estava finalmente do outro lado da fronteira: Galamadriel.

A música tocava alto, um rock antigo, trilha sonora de um seriado barato da atualidade, Kansas – Carry on my way weird son.

A música era boa, fomos atendidos por uma mocinha de lindos olhos violeta, e corpo escultural. Seios fartos e uma barriga sexy que exibia um piercing com um pingente cheio de pedrinhas azuis, cabelo curtinho na nuca e comprido na altura do queixo, um tesão de garota.

Ela mordeu o canto da boca, quando nos perguntou o que queríamos, enquanto colocava o polegar segurando a saia na cintura, fazendo com que ele  mostrasse coisas além da conta. Ela estava me querendo.

Tyrone percebeu e deu uma longa gargalhada. Merda ele tinha que estragar tudo.

– Por enquanto querida, queremos só dois martinis secos pra começar.

Ela anotou o pedido e saiu rebolando, me olhando de soslaio.

– Cacete Ty, você podia deixar eu me divertir um pouquinho.

– Estamos aqui á negócios, depois você pode fazer o que quiser com a súcubo gatinha.

Enquanto ele olhava para o outro lado do salão e acenava com a cabeça para duas beldades que pareciam devora- los com os olhos.

– O Inferno é o Paraíso! – disse ele sorrindo maliciosamente para as duas garotas que retribuíam o flerte.

As luzes então mudaram de um lilás para um vermelho com acentuações pretas.

Um casal entrou em nosso campo de visão, iniciando um tango frenético, onde ela era a condutora da dança.

De lábios carnudos e da cor do sangue, a morena de cabelos cacheados preso num coque muito bem feito, segurava uma rosa negra, vestindo uma meia de renda negra e um vestido de seda agarrado ao corpo, marcando a cintura fina, na cor carmesim, com uma fenda até a coxa robusta, parecendo que iria rasgar á qualquer momento, ela se apertava ao corpo de seu acompanhante de forma quase sexual, o tango aumentava seu ritmo e seu parceiro dava mostras de cansaço, só então agucei meus olhos e passei a prestar mais atenção, me levantando para olhar melhor.

Ele era humano, um humano hipnotizado, escravo da dançarina de tango que parecia deixar todos abobados com sua dança.

Ela rodava num salto alto com a leveza das antigas deusas, emanando pura lúxuria e poder, os olhos verdes marcados por um lápis preto a tornava um ser mais do que misterioso. Onde estive que nunca a vi?

Minha cabeça virou, eu queria aquela mulher, ou fosse lá o que fosse eu a queria. Meu instinto demoníaco falava mais alto e então a dança acabou de uma forma que eu na esperava.

Ele abraçou seu parceiro no pescoço, prendo sua perna por trás de seu joelho, estufando o próprio peito, e descendo a sua mão sobre o peito dele, com unhas que pareciam garras.

Ela deu – lhe um beijo demorado, enquanto as unhas rasgavam nacos da pele do homem, que se quer gemia de dor. Ela então o soltou, sorrindo, com a boca suja de sangue, ela o soltou e lambeu as pontas dos dedos.

Todos á aplaudiram, enquanto ela se curvava em agradecimento.

– Bravo! Bravo! – era Tyrone, mais eufórico do que nunca.

Ela chutou o homem para algum canto do bar com uma força descomunal e caminhou na direção de Tyrone.

– Meu querido, achei que não viria. – a voz dela parecia invadir cada poro do meu corpo como se fosse veneno, um veneno doce que eu absorvia e continuava necessitado de ter mais. Me chame de cafajeste, eu sou louco por mulheres, sejam ela demônios ou não, é impossível resistir a elas, mas esta era a primeira vez que eu queria provar mais do que o que meus olhos podiam oferecer.

– Vejo que essa noite, trouxe um mortal mais arredio, suponho. – perguntou Tyrone divertindo – se com a situação.

– Quase não consigo, mas eles sempre têm um ponto fraco. E você, vejo que trouxe um amigo. – ela me olhou com desdém.

– Paul é um amigo de longa data, veio comigo naquela pequena bagunça que estamos tentando concertar.

– Humm… Adoro carne nova em corpo conservado. – ele sentou –se ao meu lado apertando minha perna, com um sorriso diabólico.

– Precisamos falar com ele, por isso trouxe Paul, ele aceitou  fazer o que foi combinado e além do que é um dos poucos que ainda continua com a sua natureza e forma.

– Ele vai gostar de saber.

– Posso saber do que vocês estão falando?

Ela pegou minha mão e me puxou atravessando o meio do salão onde agora tocava uma música mais animada e dançante. Alguns dançavam e outros faziam verdadeiras orgias em cantos mais reservados, mas era impossível não escutar os gemidos ou os gritos enquanto se estava próximo o resto o som abafava.

Ela colou seu corpo no meu, colocando minhas mãos em suas costas, e sussurrou em meu ouvido, me fazendo delirar, só de ouvi – lá.

“ Há muito tempo atrás os seus superiores fizeram um trato quando chegaram aqui para manter o equilíbrio das coisas entre os dois planos, mas se esqueceram de que havia os queridinhos de barro e transitar próximo á eles podia destruir o equilíbrio.

Ninguém se importou e foi criado algo que cuidasse somente de nossos interesses.

Lúcifer e Rafael decidiram brigar, aquelas briguinhas territorialistas de irmãos como já havia acontecido com Miguel, mas eles perderam o controle e nós acabamos pagando pelo preço do erro.

Gabriel tentou arrumar mais ou menos as coisas e criou Galamadriel em comum acordo com todos, mas nasceram humanos um pouco diferentes dos que existiram no passado.

Magia, projeção astral, encantamento e outras coisas, ele começaram  a rasgar o véu e muitos desenvolveram a capacidade se mover entre nós.

Para piorar as coisas, tanto do lado deles como do nosso, houve baixas, eles, como posso explicar, abandonaram o que são.

No Livro de Hiavenithy há uma profecia que diz o seguinte: “Quando um anjo morrer, pelas mãos de um demônio, havendo somente entre os dois o desejo pela batalha, o céu cairá e nós assumiremos a humanidade.”

Houve muitas mortes de anjos por nossas mãos e nossas também pelas mãos deles, mas nunca a balança pendeu para qualquer um dos lados.

Então alguém que tem desejo em ganhar uma parte dois louros conseguiu decifrar o enigma, tínhamos que achar alguém que topasse, e Tyrone o encontrou, portanto você será nossa arma ou para permanência eterna como senhores ou a nossa ida de volta para casa.”

A música acabou e eu fiquei tentando absorver tudo o que ela acabará de me dizer.

– Agora preciso que você venha comigo, tem alguém que você deve conhecer. – ela saiu me segurando ainda pela mão, enquanto eu olhava para Tyrone, que agora beijava uma das beldades enquanto a outra lhe acariciava os países baixos.

Safado, cretino ia me meter em roubada de novo, enquanto ele curtia a parte boa da festinha.

Entramos numa sala clara demais, num tom azul – turquesa que ofuscava meus olhos.

Ela não usava mais o vestido de tango provocante e seus cabelos agora estavam presos em uma traça que formava uma tiara ao redor de sua cabeça deixando parte dela solta nas costas, tinha ficado vermelhos.

Ela agora vestia um espartilho preto cheio de pequenos cristais e uma saia longa preta cheia de pontas e totalmente transparente, aquilo estava me deixando louco.

Ela caminhava a minha frente, com aquele mesmo salto e em meus pensamentos pervertidos eu imaginava ela me pisando com eles.

– Você e Tyrone me contaram tudo isso, mas vocês não me disseram seu nome.

Ela abriu a boca para responder, mas foi impedida. A nossa frente se encontrava uma cadeira de marfim e outra de ébano, de costas para nós, e foi de onde surgiu a primeira voz.

Ela se curvou e nada mais disse.

Um trovão parecia entrar dentro de meus ouvidos.

–  Dyell, você trouxe o que foi pedido, como sempre. Ótima garota.

– Sim, como ordenado Lord Gabriel. – a cadeira de marfim se virou e um rapaz de cabelos acobreados e olhos azuis me olhava de cima a baixo com as mãos cruzadas no colo. Ele parecia alto, e vestia uma jaqueta de couro deixando o peito nu. Calça jeans rasgada e um All Star vermelho completavam o que parecia ser um adolescente rebelde, do mundo humano fã das bandas Grunges da década de 80.

Ele se levantou e caminhou em minha direção, apertando minha mão.

– Prazer sou Gabriel, o irmão do meio. Geralmente eu limpo a bagunça, mas você sabe não cabem a mim certas decisões.

Eu então fiquei em dúvida, como um anjo, ou melhor, um arcanjo poderia querer a ruína de seus iguais e a possibilidade de perder tudo, ou talvez ele ganhasse o poder absoluto e era por isso que precisava de alguém para fazer o trabalho sujo.

– Ora Gabriel, você às vezes me toma por carrasco. – outra voz mais grave partia da cadeira de ébano.

Um olhar frio me fez temer o frio que corria pela coluna, os olhos negros que agora me observavam pareciam não ter vida de tão frios que eram.

Um homem num terno de linho preto, e camisa azul clara, ajeitava a gravata de seda negra, rajada de riscos finos de um azul enfraquecido, quase pálido.

E se levantava em sua calça social, jogando para frente a vasta cabeleira negra, escura como o petróleo.

– Chamo – me Miguel, o irmão mais velho. Dada as apresentações, acredito que já esteja ciente das complicações as quais passamos. Acredito que seremos aliados?

Eu então decidi ver até onde ia aquela merda, por que estava começando a feder cada vez mais e isso ia me foder grandemente, eu estava sentindo. Aonde Tyrone tinha me enfiado agora?

– Aí na boa meu negócio não é com anjos, certo, nem sei que merda tô fazendo aqui. Essa aí me trouxe aqui nem sei por que. – havia acabado o encanto, não queria mais aquela vadia de jeito nenhum. Afinal era pra isso que ela estava ali, me convencer e me colocar em maus lençóis.

Tyrone, filho da puta eu ia matar ele com minhas próprias mãos, saí já v irando as costas, mas um deles falou antes.

– Dyell, é um agente duplo, assim como tantos que existem por aí. – era Gabriel.

Na sua parte podre, ela só pode dizer o que agrada os demônios.

– E quem me garante que ela só fala pra vocês também o que vocês querem ouvir? – perguntei desafiando já na certeza de que dali não sairia vivo.

– Dyell, é minha filha. – disse Miguel.

– É o que? Você tá me zoando, só pode ser isso. Ela é uma súcubo, eu a vi matar um cara, beber o sangue dele, ela me seduziu. Como ela é sua filha? Você é louco cara.

E virei as costas partindo, aquilo já tinha me deixado de mau humor, eras hora de voltar para minha vidinha medíocre e quebrar a cara de Tyrone, assim eu ia ficar na boa, tomar uma gelada e esquecer essa maluquice toda.

Abri a porta e saí direto naquela porcaria de lugar. Eu odiava cada vez mais Galamadriel, passei pelo amontoado de gente e cheguei até Tyrone, arranquei a vagabunda que pulava em cima dele e a joguei longe, peguei ele pelo pescoço e esmurrei seu nariz até ouvi – lo quebrar.

– Nunca, mas nunca mais, bata na minha porta. Se você atravessar meu caminho outra vez eu vou te mandar pro Inferno e não vai ser como líder que você vai chegar lá. Isso eu posso te garantir. Arremessei-o contra a outra parede e saí, fui embora.

Passei por Eleazar que continuava a secar o mesmo copo, dei um soco na cara dele, só pra extravasar minha raiva e sai na chuva voltando para minha casa, estava cansado e com certeza no dia seguinte ia perder o emprego.

Cheguei em casa e abri a garrafa de cerveja, bebendo jogado no sofá, enquanto assistia a reprise de um desfile da Vitória’s Secret, cai no sono ali mesmo, tinha alguma coisa estranha, isso não costumava a acontecer  assim. Eu até dormia, mas só quando queria o que me incomodou? O cansaço para tanto…

O dia amanheceu e a chuva havia partido, eram nove horas.

Ela estaria lá, a moça do cabelo azul, será que poderia fugir um pouco mais da realidade e esquecer o episódio da noite passada? E se eu fizesse como os outros e tentasse levar uma vida normal?

Não ela não tinha esse dom, mas para garota que eu quisesse sair por algumas vezes ela estava de bom tamanho.

Tomei meu banho, penteei o cabelo e fui atrás dela…

*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*

-Você acha realmente que ele vai nos ajudar Dyell? – perguntou Sonya á amiga que chupava um pirulito, e arrumava os óculos escuros.

– Ele já está ajudando Sonya, ele só não sabe.

O som insistente do celular tocava Nightwish – Wish I had a Angel, enquanto Dyell olhava o identificador e atendia.

– Dyell?

– Sim, mi Lord?

– Como estamos?

– Temos um anjo e um demônio, eles só não sabem o que lhes aguarda. – ela sorriu olhando de longe o barzinho que Paul entrava para ver Qüerinemer.

– Me mantenha informado.

O celular ficou mudo, Dyell colocou as mãos nos bolsos da jaqueta e olhou para a amiga.

– Vê Sonya, esse pedacinho de mal caminho que saiu do inferno, é o favorito para que os planos dêem certos, mas antes eu vou provar dessa gostosura, afinal de contas de santa eu não tenho nem o nome.

Dyell olhava desejosa para Paul enquanto voltava a colocar o pirulito novamente na boca…

Continua

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18 comentários em “Galamadriel: (Pt.3): Tango no Inferno

  1. Ai, ai, ai…
    Não tenho palavras para dizer o quanto estou amando!
    Eu já sou fissurada em contos sombrios e o seu me fisgou de uma maneira… 😀
    Esperando o próximo capítulo.
    Amei a súcubo!
    Sempre sou atraída pelos personagens sombrios he he he

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  2. Vamos te um olhar critico. Nao tem logica surrealista mesmo se tratando do imaginario delete tdo e comece de novo imagina vc na estoria desculpa escritora nao achei legal minha opniao mais nao desista continue pq vc tem potencial

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  3. Bom não sei o que fizeram com meu comentário que deixei mas afirma uma porcaria essa b**** que você tá escrevendo criança nem assim você tem um pingo de criatividade para escrever algo que possa ser um sucesso o povo ia adorar saber o tanto de chifre que você levou e ficou com cara de trouxa

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    1. Nossa Ludmila!
      Você deve ser mesmo uma pessoa bem mal comida mesmo, ein?
      Ou seria falta de louça pra lavar?
      Você deveria aprender a escrever, usar a vírgula, por exemplo.
      Não se preocupe, um dia você será um pingo do que a Lillithy Orleander é, mas até lá terá que aprender muita coisa, viu?
      Beijokas nega, um futuro iluminado pra ti, já que vive nas sombras dos outros :*

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  4. É Ludmila seu nome né flor?
    Então conto tem como gênero FANTASIA, então sim é surrealista. Se você como “leitora” está chegando agora e não conseguiu identificar, sinto muito você precisa ler mais.
    Sobre os adjetivos perjorativos. Temos uma lei em nosso paií sobre crimes virtuais que nos garatem a quebra de sigilo do IP,espero que você com toda a sua cultura seja capaz de saber o que é isso. Sem mais estarei entrando com um recurso por Calunia.
    Aos meus fiéis leitores, Galamadriel continua…

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  5. Ludmila, vai dar e deixa de recalque. Quero ver se vc tem capacidade de escrever alguma coisa. Saiba que vc já tem lugar no inferno com o capeta espetando o tridente no seu c…. vc nada mais é do que uma pessoa sem caráter. Uma vad… que não vale a pena. Além de talento, a Daiana tem amigos, já vc? Ninguém gosta de perdedoras, principalmente as que nem o português sabem escrever.

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  6. Cara Ludmila,
    Seu comentário é de certo pessoal, se seu homem desistiu de você pra ficar com uma mulher melhor que você, ou pra rastejar atrás da ex dele, não cabe aos outros saber disso…
    A escritora, coloca no texto o que ela quer. O Gênero é fictício, ela cria, ela expõe ao mundo a sua visão do outro plano, e ao contrario do que você diz, ela escreve muito bem e o texto é muito bem editado. Qualquer pessoa com um minimo de discernimento, consegue perceber. Faça assim, se você conseguir me mostrar uma historia elaborada que me envolva pelo menos 30% que todas as historias, da minha querida escritora, direi que tem razão, caso contrario… CALA A BOCA, E ENGOLE O RECALQUE…

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  7. Caríssima Ludmila, este conto está nos padrões internacionais de qualidade, para sua informação. Se você nunca leu ou ouviu falar de Fallen ou Formaturas Imfernais, já são exemplos de que você não tem um pingo de cultura. Vá, principalmente, aprender a ler e escrever, escreva uma história melhor que essa (hahahahaha) e aí, só aí, você terá moral de falar sobre o que a nossa linda Lilithy Orleander fez de errado e nem mesmo assim te dará o direito de mandar refazer. Muuuuuuita inteligência e intelectualidade para você, que é o que lhe falta. :*****

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  8. Pra minha querida Lillithy OrlOrleander: Seu conto está maravilhoso. Cada vez mais intrigante e empolgante! Meus parabéns!
    Fora isso, vi que surgiu uma “lavada” devido à uma certa pessoa e seu comentário “sem noção”. Quanto à isso, nem ligue. O que seriam dos escritores sem os Haters? Okay talvez uma hater zuada que nem sabe criticar sem ofender, mas… Ludmila, querida, deixe escrever com quem sabe, e deixe as críticas para quem manja. Você claramente não domina nem um, nem outro. Nem tente. Se é carência, tem outros blogs para vc ir acessar. Beijo querida, sorte nessa tua vida pattética. É porque ética que é bom, nada.

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  9. NUNCA que eu sairia daquela sala com Miguel e Gabriel juntos! Parabéns, tá lindo, vai nos enredando de tal forma que a gente fica vidrado.
    Quanto a outra aí, só queria ibope, desprezo para esse tipo de gente é a melhor coisa.

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